RELATÓRIO DA IV ASSEMBLEIA DIOCEANA DE PASTORAL DA DIOCESE DE GUANHÃES, MINAS GERAIS.
Aos 06 (seis) dias do mês de junho de 2009 (dois mil e nove) às 9:00 horas iniciaram-se os trabalhos da IV Assembleia Diocesana de Pastoral da Diocese de Guanhães com o objetivo de  olharmos para a nossa realidade que nos interpela, atendermos ao desafio de  sermos uma Igreja em estado permanente de Missão e, neste processo indicarmos Pistas de Ação para a Missão Evangelizadora da Diocese. Temos como desafio discernir os “sinais dos tempos”, à luz do Espírito Santo, para nos colocarmos a serviço do Reino. E para alcançarmos a meta, a IV Assembléia se apresenta como rica oportunidade para que se faça ouvir a voz das lideranças leigas e dos pastores de nossas comunidades e paróquias, aqui representadas por seus delegados com direito a voz e voto, e convidados com direito à voz.  Logo na chegada ao salão da catedral, nos fizemos identificar por meio de crachás e assinatura em livro destinado a este fim. Convidados para a Oração Inicial, todos os presentes nos dirigimos para a área externa da Catedral, onde a Equipe de Liturgia da Paróquia São Miguel e Almas de Guanhães partilhou conosco o primeiro momento de acolhida, invocando as luzes do Espírito Santo para iluminarem a nossa Assembléia, nossas ideias e nossa diocese. As leituras proclamadas contemplaram o Ap. 21, 1-17 e Mt. 28, 16-20 e os comentários e reflexões foram espontâneos. Voltando para o salão da catedral, a segunda acolhida manifestou o desejo de que Deus seja presença constante em nossa vida e recebemos como mensagem: “Andam os pés onde o amor abre caminho, caminho a serviço de Jesus”. Dom Emanuel, declarando abertos os trabalhos da IV Assembeia Diocesana de Pastoral, com uma grande vela acesa, fez-nos lembrar a luz de Cristo que há de iluminar-nos durante os dois dias em que estaremos em Assembléia. Falou-nos de dois sentimentos que devem caracterizar a nossa participação: ”alegria” para falarmos tranquilamente e “otimismo” para apresentar os pontos que precisam ser melhorados, à luz da Trindade, à luz da nossa Fé. Pediu que, em silêncio, buscássemos o relaxamento do nosso espírito e logo após, com palmas calorosas se fez ouvir o seu Bom dia e os votos de Boas vindas. Lembrando que nesta Assembléia temos toda a Diocese de Guanhães em miniatura, convidou o Padre Nelito Dornelas para assumir os seus trabalhos como assessor. Pe. Nelito é desta região, pertence ao clero de Governados Valadares e atualmente encontra-se em Brasília, atuando como Secretário Geral do Programa da CNBB Mutirão contra a Fome e a Miséria. Ao se apresentar fez menção às grandes devoções da nossa Diocese, Cônego Lafaiete e Jubileu do Senhor Bom Jesus. E, prosseguindo, adiantou que a Assembléia Diocesana é uma grande celebração porque contempla a sua caminhada de altos e baixos. Grande sínodo que nos chama a olhar pela mesma ótica, para o mesmo ponto de vista: olhar para Jesus Cristo, deixar que Ele nos veja na diversidade dos dons, e, ao mesmo tempo, nos faça voltar para a ótica da unidade. O quadro exposto à nossa frente é uma parábola desenhada, o melhor quadro da Trindade: Jesus Cristo e Espírito Santo voltados para o Pai. A maior oração da humanidade é a invocação da Santíssima Trindade, programa de vida trinitário. Cruz na testa, no peito, nos braços. Cérebro, coração, equilíbrio da vida, transformação. Braços, promotores da vida. Deus, a beleza por excelência, cuida de tudo. A partir de Jesus Cristo somos chamados a ressignificar as coisas em conformidade com o Evangelho, adquirir cidadania eclesial e redescobrir a fé trinitária. Adiantou-nos que a Assembléia será conduzida buscando, inicialmente, conhecer o que é Igreja, a sua essência, o seu caminho. Para isto fez uma apresentação resumida do Documento de Aparecida (DAp) que trata da missão evangelizadora da Igreja na América Latina e no Caribe.
 Neste momento abriram-se parênteses para melhor organizar as ações do dia, sendo formadas duas equipes para dinamizar a animação e a liturgia bem como foram estabelecidos os horários a que deveremos ser fieis para o bom andamento dos trabalhos. Procedeu-se também à distribuição dos lugares de hospedagem para os que vão permanecer em Guanhães
Voltando à sua fala, Pe. Nelito contextualizou a Assembléia, lembrando-nos que só foi possível pensar nesta estratégia na Igreja, após o Concílio Vaticano II. Com este Concílio houve uma revolução copernicana na Igreja. E a Encíclica Lumem Gentium, (Luz dos Povos), em seus oito capítulos privilegia os seguintes assuntos e/ou aspectos: I – Origem da Igreja na Santíssima Trindade. Transcende o aspecto físico estrutural da Igreja. II – Povo de Deus. Todos nós, pelo batismo, somos um povo que participa da tríplice missão da Igreja: sacerdote, profeta, pastor. III – Hierarquia; origem; conceito do sacramento da ordem; o sacerdote se coloca plenamente no coração da igreja como legítimo cristão. IV – Leigos, conjunto de fieis. Leigo é o batizado que assume o serviço na comunidade. V – Vocação universal à Santidade. VI – Religiosos: são aqueles que, vivendo os conselhos evangélicos, mostram para o leigo o modelo questionador da Igreja. VII – Comunhão dos Santos: são membros que já vivem a Igreja Triunfante. VIII – Virgem Maria na história da salvação. Esperança e consolação. A Lumem Gentium, luz dos povos, é Jesus Cristo. Antes a Igreja achava-se luz dos povos. Hoje prega que a luz é Jesus Cristo. A Igreja Diocesana de Guanhães é reflexo de Jesus Cristo e cada um de nós tem de se colocar como reflexo desta luz que está aqui. A partir destas colocações, Pe. Nelito fez uma síntese, sinalizando chaves do Documento de Aparecida. Afirmou ser tão importante este documento que irá orientar a Igreja pelos próximos100 (cem) anos. Este documento mostra que a Igreja avançou, mas há os problemas que ficaram e devem ser trabalhados em busca de solução.  O DAp  contempla o Cristo glorioso sem esquecer o braço da cruz e elogia aqueles que mantêm “ firme esperança em meio a problemas e lutas”. Jesus escolheu a Igreja para revelar o Pai. Ainda contextualizando a Igreja, Pe. Nélio leu e comentou o que previu o teólogo Joseph Ratzinger, atual Papa Bento XVI, em sua obra Fé e Futuro, publicada em 1971. Tem como título “Como será a Igreja no ano 2000” Nesta obra afirma: ...”a igreja vai encontrar nova e decididamente o seu espaço essencial naquilo que sempre foi o seu cerne: a fé no Deus unitário, em Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem, e na assistência do espírito que chega até o fim”. Feita a explanação teórica, os participantes foram divididos para um trabalho em grupo onde deverão apontar os apelos da diocese de Guanhães frente à Proposta de Aparecida e às Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.
- O que as Assembléias paroquiais disseram? Para responder a esta pergunta foi feita a leitura do Relatório Geral que contém o Diagnóstico da Realidade Diocesana. Pe. Saint Clair falou sobre as dificuldades encontradas pela equipe diocesana, responsável por consolidar os relatórios paroquiais. Havia pontos que são realidade de determinada paróquia o que não justificava apontá-los como situação diocesana. Dando seqüência aos trabalhos foi solicitada a presença dos relatores dos grupos para procederem à apresentação das questões propostas para debate e discussões. Sintetizando o que foi relatado ficou claro que os apelos apontam para: formação da consciência política, proteção a famílias desestruturadas, capacitação de leigos, incentivo e formação para os grupos de reflexão, equipe diocesana de apoio aos grupos de reflexão, estabelecimento de diálogo ecumênico, formação teológica para líderes de pastorais, investimento na formação da pastoral da juventude, formação para coordenadores da Infância e Adolescência missionária, criação da pastoral de conjunto, atendimento às necessidades dos excluídos, avanço na busca por outras religiões, qualificação de lideranças para a zona rural, criação de redes de comunidades, catequese catecumenal, vida ameaçada pelas drogas, prostituição, integração do homem ao trabalho, necessidade de acolhida fraterna, aprofundamento da palavra, crise política e ecológica, aproveitamento da diversidade de carismas, inserção pessoal, pastoral libertadora, inovação dos ministérios, formação continuada em todos os ângulos, conversão pastoral, desemprego, aquecimento global, falência do sistema de saúde, comunidades geograficamente distantes, corrupção, monocultura, consumismo exagerado, surgimento de muitas seitas, mais presença e acolhida dos padres, mais presença do bispo nas paróquias, excessiva rotatividade dos padres prejudicando os trabalhos, estruturas ultrapassadas da igreja e das paróquias, inversão dos valores evangélicos, distanciamento entre fé recebida, vivida e proclamada, comodismo, falta de abertura e escuta do outro, opção pelos pobres, combate à impunidade, pastoral da acolhida e do dízimo, presença da igreja na família, diaconato permanente, repensar os ministérios, comprometimento com os ministérios, buscar os afastados, qualificação de pessoas para o trabalho paroquial, situação econômica, busca de salvação imediata, incentivo aos pais para acompanhamento aos filhos, criação de documento acessível a cada comunidade, pastoral verdadeiramente missionária, entrosamento nas pastorais, setorização das paróquias, promoção humana e das estruturas eclesiais, dependência do padre, distanciamento dos padres e mão de obra escrava. Como conclusão, constatamos que os grupos trouxeram elementos valiosos para começarmos a traçar novos caminhos.
Às 18:00 horas foram encerrados os trabalhos no salão da catedral, passando-se para a participação na Celebração eucarística e logo após a alegria de uma noite cultural.
No dia 07 (sete) de junho retomamos os trabalhos com animação e momentos de reflexão por meio de canções que convidam à conversão. Pe.
Nelito, assumindo os trabalhos do dia, convidou Pe. Saint Clair para fazer memória das 03 (três) Assembléias anteriores. Ao fazer esta memória lembrou que a Primeira Assembléia aconteceu tendo como marca o profetismo de Dom Felipe, que a lançou como sendo a voz e vez do povo. Foi um amadorismo, sem dúvida, houve confronto entre padres e leigos, num diálogo forte, mas dela saíram as primeiras orientações sobre a Celebração dos Sacramentos. A segunda assembléia aconteceu com Dom Emanuel e teve como Lema “Comunhão e Participação”. A Terceira Assembléia foi assessorada pelo Pe. Manuel Godoy e dela saiu o Lema: “Sou batizado, Membro do povo de Deus, na Diocese de Guanhães”.  Foram priorizadas a Palavra, a Liturgia e a Caridade. Pe. Saint Clair fez-nos um convite para que revivêssemos a História da Diocese através do acervo de fotos e trabalhos expostos no salão. Deixou também um pedido ao Pe. Dilton para colocar no papel toda a História da Diocese. A paixão da Primeira Assembléia, embora amadora, permanece movendo os trabalhos da diocese. Pe. Dilton lembrou e cantou a música que compôs para a Primeira Assembléia, quando ainda era seminarista a que todos acompanharam com palmas. Outras pessoas presentes quiseram dar seu testemunho a respeito das assembléias anteriores. Edelveis falou das bandeirinhas confeccionadas, recordou o exemplo de Dom Felipe no exercício da caridade fraterna e seu companheirismo junto aos trabalhos o que se pode comprovar pelo registro em fotos. Adair, representante de Água Boa, fez menção aos Grupos de Fé e Política semente lançada e que precisa ser regada para voltar a prosperar. Pe. Hermes lembrou a profunda mudança ocorrida no clero, desde a Primeira Assembléia. Muitos padres já eram idosos e hoje são falecidos. Houve momentos difíceis na caminhada. Disse também da presença fraterna de Dom Emanuel, frente à Diocese. Sabe reconhecer as ofensas e é humilde o bastante para pedir perdão, quando sente magoar as pessoas. E disto ele dá seu testemunho. Os fatos talvez não aconteçam como se espera, mas o certo é que as pessoas continuam fazendo a história de nossa diocese.  Maria Luíza, delegada representante da paróquia São Miguel e Almas, deu seu testemunho como participante da Primeira Assembléia. E falou também da presença atuante de Dom Felipe nos movimentos de luta pela causa das pessoas. Foi um marco de mudança na Igreja, um símbolo e exemplo de humildade.  Completando os depoimentos Pe. Nelito disse saber das dificuldades que sentiu Dom Felipe ao assumir uma diocese que ainda não era diocese, formada por paróquias recortadas de três dioceses, geograficamente tão diferentes, mas unidas na Trindade. Na expressão de Dom Felipe era fácil ser padre, passando por um seminário, o difícil era ser bispo. Prosseguindo falou a respeito dos trabalhos de hoje, com espírito de co-responsabilidade para levantarmos a bandeira desta IV Assembléia. Vivemos em tempos de crises, estamos reconhecendo o chão da nossa Diocese para, a partir dele, pensarmos nas intervenções que deveremos fazer. O grande problema mundial são os pecados capitais, já apontados há muito por Mahatma Gandhi. Eles destroem toda paz e harmonia e dão origem aos conflitos e tensões: dinheiro sem trabalho; comércio sem ética (em nome do poder, eficiência e lucro passa-se por cima de tudo); ciência sem humanidade; conhecimento sem sabedoria; prazer sem escrúpulo; política sem idealismo; religião sem sacrifícios. Estamos perdendo a dimensão das coisas, os valores cedem lugar aos pecados capitais, vivemos o descrédito nos planejamentos e na força política. Estamos na contramão da história e somos afrontados pelos princípios do neoliberalismo. Como mensagem para nos situar na mesa do mundo entre os que se dizem irmãos, foi lido o texto do teólogo Tertuliano de Cartago: Sobre a Vida Comunitária dos Cristãos (cerca do ano 200). O texto se refere ao corpo que somos, unidos pelo sentimento da mesma fé, pela unidade da disciplina, em torno da mesa, mas terminada a refeição tudo acaba como começou e mais que comida torna-se uma lição de vida segundo seus motivos.
À luz dos trabalhos já ouvidos e discutidos, procedermos a um planejamento em grupo tendo por direção: O que fazer? Por que fazer? Como fazer? Quando fazer? Com quem fazer? Discutir: Quais são as necessidades atuais? Podemos priorizar as mesmas necessidades ou existem outras mais prementes? Através do acróstico ACERTE, pensar: Afirmativo; Centrado (na diocese de Guanhães, em nós) Específico (problemas específicos tratados de forma específica; exemplo: juventude, pastorais); Realista (dentro das nossas condições, aptidões); Temporal (curto, médio ou longo prazo); Ecológico (tudo que se faz gera impacto). Para realizar este trabalho cada grupo recebeu uma cópia do Diagnóstico da Realidade Diocesana, fruto das assembléias comunitárias e paroquiais. Retornando ao plenário, os grupos apresentaram as conclusões a que chegaram. – O que fazer? Tudo parte de uma conversão pessoal para chegar à formação, capacitando o clero e leigos, o mais rápido possível. Todos somos convidados a sermos discípulos missionários. Prioridades: Missão como foco na diocese; anúncio da palavra; acolhida; cursos para sacramentos e formação permanente; reativar grupos de fé e política; pastoral familiar e ecológica; trabalhar a unidade diocesana; pastoral da juventude; pastoral de conjunto; igreja acolhedora, discípula, ministerial; liturgia; palavra; caridade e avaliação; mística do encantamento se apaixonando pela diocese; pessoa: acolhida, valorização e formação específica; comunhão: mística missionária, celebração em comunhão, sociedade. A igreja diocesana mostrar o seu rosto, um só caminho para todas as paróquias; elaboração do Diretório de Pastoral para a Diocese; missões populares com identidade diocesana. Atuação do cristão na sociedade; trabalho da Cáritas por área; diálogo e ecumenismo a partir de pontos comuns; formar uma equipe ministerial; formação teológica permanente; dar respostas para a família, atenção aos casais de segunda união; autenticidade na missão, com equipe missionária em cada paróquia; reanimar os grupos de reflexão, a partir da caminhada das CEBs; equipe diocesana de acolhida. Foram apresentados como Lemas: Discípulos Missionários a Caminho; Somos Irmãos, Discípulos Missionários numa Igreja Ministerial; Sou Discípulo Missionário na Diocese de Guanhães; Chamados à Missão, conduzidos pelo Espírito Santo; Sou Batizado membro do povo de Deus, atuante como Discípulo Missionário de Jesus Cristo; Conduzidos pelo Espírito, Chamados a sermos Missionários; pelo Batismo sou Discípulo Missionário de Jesus Cristo na Diocese de Guanhães. Tema: Povo de Deus a caminho do reino definitivo.
As Prioridades bem como os Lemas foram escritas no quadro para facilitar a apreensão dos participantes e assim procedermos à votação, sendo determinado o número de 03 (três) prioridades. Feita a votação, as prioridades contemplaram a Família, ligada à pessoa: a Missão ligada à comunidade e a Conscientização política e ecológica ligada à sociedade, tendo como eixo central para garantir a praticidade das ações, a Formação Permanente. Os destaques devem ser dados à palavra, à juventude e à caridade. Logo após procedemos à escolha do Lema, sendo proposto pela maioria: “Discípulos Missionários a Caminho”.  Pe. Nelito solicitou aos presentes que fizessem a Avaliação escrita dos trabalhos da IV Assembléia. Pe. Saint Clair deixou um pedido para que a quinta assembléia comece com as perguntas: “Qual a importância da Assembléia para mim” e “Qual o meu papel na Assembléia”.  Enquanto eram feitas as avaliações, Pe. Nelito explicou a proposta da lei “ficha limpa” e a necessidade de adesão a ela, assinando para sua aprovação, lembrando que pessoas de ficha suja devem ser impedidas de se candidatarem.  André, seminarista da Diocese, leu a mensagem que escreveu expressando o sentimento seu e dos demais seminaristas, a respeito da Assembléia e de sua participação na caminhada da Igreja Diocesana, fazendo memória dos fatos vivenciados pela mesma e agradecendo ao bispo Dom Emanuel por permitir a presença deles nesta Assembléia. Pe. Hermes agradeceu a presença do Pe. Nelito na assessoria desta assembléia, fez o agradecimento de Dom Emanuel a todos (impossibilitado de estar presente hoje por motivo do agravamento do estado de saúde do seu irmão), mas  lá  onde se encontra,está unido a nós e satisfeito com o resultado da votação das prioridades. A seguir, como Vigário Geral, procedeu à Celebração de Envio dos participantes da IV Assembléia Diocesana de Pastoral da Diocese de Guanhães. A cópia da Oração “A Partir de Nós” proferida por ele será anexada a este relatório.  Terminou pedindo que Deus nos ajude a viver a nossa vocação de Discípulos Missionários de Jesus Cristo. E que Ele abençoe a todos pela contribuição nesta Assembléia.
As avaliações entregues por alguns dos presentes afirmaram que muita coisa boa aconteceu, foi oportunizado ouvir e opinar, salientou-se a competência do Pe. Nelito, a animação, participação dos delegados e organização. Ficou como sugestão: mais momentos de oração, inclusive a necessidade de celebração eucarística no domingo e a esperança de se colocar em prática as propostas apresentadas. As avaliações serão anexadas a este relatório.  Assim foi encerrada a IV Assembléia Diocesana de Pastoral da Diocese de Guanhães. Para constar e fazer memória foi elaborado este relatório que será assinado por mim e por quem de direito.

Guanhães 07 de junho de 2009.

Marlene Terezinha Dupim Bessa
Secretária da Assembléia.